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| E nós que somos a Flôr... |
Uma análise passional do esporte bretão. Não entendeu o nome do Blog? Clica nesse endereço: http://saladopano.blogspot.com/2009/01/enfim-o-ano-vai-comear.html
Tabela do Brasileiro
Carregando tabela de Central Brasileirão...
Tabela gerada por Central Brasileirão
segunda-feira, 25 de abril de 2011
A vida que pediu a Deus
Passei por aqui só pra falar uma ou outra bobagem sobre a pré- temporada carioca.
Oportunas as vaias ao Ronaldinho Gaúcho no jogo da Copa do Brasil, independente de terem partido do torcedor comum ou das Organizadas. O cara não sai da night, aparece 3 vezes na semana nos jornais em fotos ao lados das " primas", dorme ás 4 da manhã pra treinar às 9. Nem por um segundo eu tenho a ilusão de que vou ver o Ronaldinho Gaúcho do Barcelona. Esse morreu. Mas espero ver um jogador mais produtivo que, ao menos jogue alguma coisa contra clubes como Boavista, Horizonte do Ceará e que tais.
Ao que se sabe, nenhum grande patrocinador se interessou em bancar os salários do dentuço. Nem com o Flamengo tentando promovê- lo a todo custo. Nem com a Academia Brasileira de Letras, Instituição pela qual ao não tenho nenhum respeito, dando a medalha Machado de Assis a uma pessoa que, no máximo, lê encartes de cd's de grupos de pagode.
As vaias servem pra ele saber que a torcida não vai aturar boêmio, que ganha mais de um milhão por mês e que basta entrar em campo que tá tudo certo.
Ronaldinho achava que estava com a vida que pediu a Deus...
Curiosa essa desconstrução dos ídolos tricolores do título brasileiro de 2010. Muricy agora é traidor ( me lembro do texto do Dono do Blog exaltando o treinador tricolor) e Emerson agora é Rato. Quem será o próximo? Conca? Fred?
Não demora muito e a torcida tricolor vai ter vergonha do pôster do título...
Oportunas as vaias ao Ronaldinho Gaúcho no jogo da Copa do Brasil, independente de terem partido do torcedor comum ou das Organizadas. O cara não sai da night, aparece 3 vezes na semana nos jornais em fotos ao lados das " primas", dorme ás 4 da manhã pra treinar às 9. Nem por um segundo eu tenho a ilusão de que vou ver o Ronaldinho Gaúcho do Barcelona. Esse morreu. Mas espero ver um jogador mais produtivo que, ao menos jogue alguma coisa contra clubes como Boavista, Horizonte do Ceará e que tais.
Ao que se sabe, nenhum grande patrocinador se interessou em bancar os salários do dentuço. Nem com o Flamengo tentando promovê- lo a todo custo. Nem com a Academia Brasileira de Letras, Instituição pela qual ao não tenho nenhum respeito, dando a medalha Machado de Assis a uma pessoa que, no máximo, lê encartes de cd's de grupos de pagode.
As vaias servem pra ele saber que a torcida não vai aturar boêmio, que ganha mais de um milhão por mês e que basta entrar em campo que tá tudo certo.
Ronaldinho achava que estava com a vida que pediu a Deus...
Curiosa essa desconstrução dos ídolos tricolores do título brasileiro de 2010. Muricy agora é traidor ( me lembro do texto do Dono do Blog exaltando o treinador tricolor) e Emerson agora é Rato. Quem será o próximo? Conca? Fred?
Não demora muito e a torcida tricolor vai ter vergonha do pôster do título...
sábado, 23 de abril de 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Aprendam o que é ser Tricolor!
Aos incautos que ousaram duvidar de nós, apesar de minhas advertências, deixo minha sugestão: aprendam o que é ser Fluminense...
Estamos classificados. Qualquer tricolor já sabia disso. Eu pelo menos não tinha dúvida alguma, basta ler o texto dos 8%...
Aos matemáticos da bola, meus pêsames, mais uma vez. Não sei como ainda teimam em fazer contas depois de tantas lições que ensinamos.
Entendam que o Fluminense não é exato, é sobre-humano e, como tal, não respeita as leis feitas pelos mortais, que regem somente aqueles que se comportam como tais.
Nós não cabemos em nenhum cálculo, pois subvertemos a lógica em que foram concebidos.
Somos o pesadelo dos arautos da incredulidade, daqueles que no afã de se fazerem ouvidos e queridos, antecipam o desfecho da história antes dos fuzis cantarem e os corpos caírem em exaustão, erguendo a bandeira verde, branca e grená da vitória no campo inimigo.
Somos o que ninguém acredita, a fagulha tricolor da teoria do caos, o movimento que desagrega as leis ordinárias que regem o mundo do futebol.
Somos a incerteza, a redenção.
O Fluminense paira acima de todos e, lá do alto, sorri com o desespero alheio diante de mais uma conquista inacreditável.
Aos que não tremulam nossa bandeira deixo meus pesares. E pensar que existem pessoas que não sentiram tudo o que sentimos em 90 minutos de uma vida.
Hoje envelheci e virei criança. Fiquei de cabelo branco e rugas. Fiquei de fralda e chupeta. Vivi o que muitos não vivem em toda a sua existência. Fui do suicídio à ressurreição em minutos e, até o apito final, aos 49 do segundo tempo, não tinha a certeza se estaria entre nós escrevendo estas palavras que agora torno públicas.
Deve ser muito triste não ser Fluminense...
A mulambada tá tremendo...
Estamos classificados. Qualquer tricolor já sabia disso. Eu pelo menos não tinha dúvida alguma, basta ler o texto dos 8%...
Aos matemáticos da bola, meus pêsames, mais uma vez. Não sei como ainda teimam em fazer contas depois de tantas lições que ensinamos.
Entendam que o Fluminense não é exato, é sobre-humano e, como tal, não respeita as leis feitas pelos mortais, que regem somente aqueles que se comportam como tais.
Nós não cabemos em nenhum cálculo, pois subvertemos a lógica em que foram concebidos.
Somos o pesadelo dos arautos da incredulidade, daqueles que no afã de se fazerem ouvidos e queridos, antecipam o desfecho da história antes dos fuzis cantarem e os corpos caírem em exaustão, erguendo a bandeira verde, branca e grená da vitória no campo inimigo.
Somos o que ninguém acredita, a fagulha tricolor da teoria do caos, o movimento que desagrega as leis ordinárias que regem o mundo do futebol.
Somos a incerteza, a redenção.
O Fluminense paira acima de todos e, lá do alto, sorri com o desespero alheio diante de mais uma conquista inacreditável.
Aos que não tremulam nossa bandeira deixo meus pesares. E pensar que existem pessoas que não sentiram tudo o que sentimos em 90 minutos de uma vida.
Hoje envelheci e virei criança. Fiquei de cabelo branco e rugas. Fiquei de fralda e chupeta. Vivi o que muitos não vivem em toda a sua existência. Fui do suicídio à ressurreição em minutos e, até o apito final, aos 49 do segundo tempo, não tinha a certeza se estaria entre nós escrevendo estas palavras que agora torno públicas.
Deve ser muito triste não ser Fluminense...
A mulambada tá tremendo...
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