segunda-feira, 25 de abril de 2011

Esse agarra tudo mesmo!

E nós que somos a Flôr...

A vida que pediu a Deus

Passei por aqui só pra falar uma ou outra bobagem sobre a pré- temporada carioca.

Oportunas as vaias ao Ronaldinho Gaúcho no jogo da Copa do Brasil, independente de terem partido do torcedor comum ou das Organizadas. O cara não sai da night, aparece 3 vezes na semana nos jornais em fotos ao lados das " primas", dorme ás 4 da manhã pra treinar às 9. Nem por um segundo eu tenho a ilusão de que vou ver o Ronaldinho Gaúcho do Barcelona. Esse morreu. Mas espero ver um jogador mais produtivo que, ao menos jogue alguma coisa contra clubes como Boavista, Horizonte do Ceará e que tais.
Ao que se sabe, nenhum grande patrocinador se interessou em bancar os salários do dentuço. Nem com o Flamengo tentando promovê- lo a todo custo. Nem com a Academia Brasileira de Letras, Instituição pela qual ao não tenho nenhum respeito, dando a medalha Machado de Assis a uma pessoa que, no máximo, lê encartes de cd's de grupos de pagode.
As vaias servem pra ele saber que a torcida não vai aturar boêmio, que ganha mais de um milhão por mês e que basta entrar em campo que tá tudo certo.
Ronaldinho achava que estava com a vida que pediu a Deus...

Curiosa essa desconstrução dos ídolos tricolores do título brasileiro de 2010. Muricy agora é traidor ( me lembro do texto do Dono do Blog exaltando o treinador tricolor) e Emerson agora é Rato. Quem será o próximo? Conca? Fred?
Não demora muito e a torcida tricolor vai ter vergonha do pôster do título...

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Aprendam o que é ser Tricolor!

Aos incautos que ousaram duvidar de nós, apesar de minhas advertências, deixo minha sugestão: aprendam o que é ser Fluminense...

Estamos classificados. Qualquer tricolor já sabia disso. Eu pelo menos não tinha dúvida alguma, basta ler o texto dos 8%...

Aos matemáticos da bola, meus pêsames, mais uma vez. Não sei como ainda teimam em fazer contas depois de tantas lições que ensinamos.

Entendam que o Fluminense não é exato, é sobre-humano e, como tal, não respeita as leis feitas pelos mortais, que regem somente aqueles que se comportam como tais.

Nós não cabemos em nenhum cálculo, pois subvertemos a lógica em que foram concebidos.

Somos o pesadelo dos arautos da incredulidade, daqueles que no afã de se fazerem ouvidos e queridos, antecipam o desfecho da história antes dos fuzis cantarem e os corpos caírem em exaustão, erguendo a bandeira verde, branca e grená da vitória no campo inimigo.

Somos o que ninguém acredita, a fagulha tricolor da teoria do caos, o movimento que desagrega as leis ordinárias que regem o mundo do futebol. 

Somos a incerteza, a redenção.

O Fluminense paira acima de todos e, lá do alto, sorri com o desespero alheio diante de mais uma conquista inacreditável.

Aos que não tremulam nossa bandeira deixo meus pesares. E pensar que existem pessoas que não sentiram tudo o que sentimos em 90 minutos de uma vida.

Hoje envelheci e virei criança. Fiquei de cabelo branco e rugas. Fiquei de fralda e chupeta. Vivi o que muitos não vivem em toda a sua existência. Fui do suicídio à ressurreição em minutos e, até o apito final, aos 49 do segundo tempo, não tinha a certeza se estaria entre nós escrevendo estas palavras que agora torno públicas.

Deve ser muito triste não ser Fluminense...



















A mulambada tá tremendo...